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O que aprendemos com o filme Anjo Malvado?

Fugindo um pouco da temática habitual da nossa Magia News, mas ainda direcionados ao que envolve nossa espiritualidade, viemos falar um pouco sobre um assunto polêmico visto através de um novo ângulo.

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Produção de Joseph Ruben, o Anjo Malvado (The Good Son) estreou em 1993 e a temática forte assustou o telespectador. Com duas crianças como protagonistas (Macaulay Culkin e Elijah Wood), o filme levanta questões atuais para qualquer época, pois destaca e coloca em questão, o que realmente vale a pena.

Mensagem do filme ‘The Good Son’ (título original em Inglês)

Analisando de uma forma ‘não’ literal, mas ampliando o raciocínio e a percepção da mensagem que este filme transmite: “Do que você seria capaz de abrir mão?”

Esta é a questão mais intrigante quando o assunto é ‘Anjo Malvado’.

Uma criança com desvio de personalidade e caráter, capaz de fazer as maiores atrocidades imagináveis, incluindo ceifar a vida de seu próprio irmão. Uma criança que como outras tantas, são geradas com amor, cuidado, carinho e respeito, mas que com o passar do tempo começam a revelar sua verdadeira identidade. A cena mais forte desta produção, é quando a mãe desta criança se vê com o poder de decisão e precisa fazer uma escolha.

The good Son – O filme

Diante de um despenhadeiro, está a mulher diante de seu filho e sobrinho, e ela pode salvar apenas um. Então ela toma a decisão mais difícil e improvável para uma mãe tomar, deixa que o filho parta parta, salvando a vida do inocente que o aquele mesmo filho, também tentou matar.

O Anjo Malvado

Qual a lição que podemos tirar desta história

Muitas vezes nos sacrificamos por pessoas e situações, mesmo que isso custe nossa felicidade e até mesmo nossa vitalidade. Aceitamos seus erros, compactuamos com suas escolhas na tentativa de proteger. Permitimos que ações destrutivas minem nossas energias, e observamos que isso vai além do nosso mundinho. Muitas vezes são ciclos que acontecem e levam com ele os sonhos de uma vida. Da mesma forma que somos injustos em não observar quem ou o que de fato merece nosso cuidado, respeito, amor e atenção. Negligenciamos sentimentos, emoções e abdicamos de possibilidades construtivas, sólidas e verdadeiras.

O momento da escolha

Este é um momento definitivo, onde determinamos nossos passos seguintes, nossos caminhos e nossa jornada.  O que seria sensato? A dor da despedida do nocivo ou a oportunidade de se abrir ao novo e recomeçar?

Uma escolha muda tudo, revela nosso senso de justiça, nosso equilíbrio e limiar de dor.

Suportar a dor da despedida não é algo simples, é preciso ter fé e coragem para não sucumbir. Mas esta é a vida caro leitor, ela é feita de escolhas.

As vezes precisamos deixar o ‘Anjo Malvado’ de nossas vidas partir, é preciso se agarrar a sentimentos que nos elevem, que nos proporcionem paz, segurança, proteção e felicidade.  

É importante ressaltar que muitas vezes, ele está dentro de nós mesmos!

Recomeçando

Recomeçar também não é fácil, mas ela nos garante a esperança e expectativa do novo, de colocar em prática o que aprendemos com os velhos hábitos, os velhos erros, e não dar a oportunidade deles ocuparem espaço mais uma vez em nossas vidas.

Considerações finais

Deixando claro ao nosso leitor, que a menção ‘Anjo’ é unicamente relativa ao filme citado.

Que não estamos falando de crianças perversas ou de morte física, mas sim de uma forma ampla. A intenção é abranger tudo aquilo que nos causa dor e sofrimento, como energias, situações conflitantes, imposições que nos são colocadas e sim, pessoas nocivas.

A produção cinematográfica ‘Anjo Malvado’ é ainda uma oportunidade para refletirmos sobre a índole e caráter das pessoas, para espiar de fora muito do que as vezes carregamos por dentro. Chamando a responsabilidade da necessidade de passos mais largos em direção a evolução espiritual e mudança efetiva.

Bênçãos e Luz é o que eu desejo a você hoje; Enila Magpie – Além de Salém